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terça-feira, 23 de junho de 2026
segunda-feira, 13 de abril de 2026
PRF apreende 64m³ de madeira de espécie ameaçada e prende suspeitos por adulteração no Tocantins
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quinta-feira, 5 de março de 2026
PF e ANM desarticulam garimpo ilegal em Cristalândia (TO) e prendem um suspeito
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2025
PRF apreende 55,46 m³ de madeira ilegal em Guaraí e prende homem por uso de documento falso em Araguaína
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terça-feira, 22 de março de 2011
PREFEITO DE PONTE ALTA É ALVO DE AÇÃO POR MANTER PISTA DE AVIÃO PRÓXIMO A RESERVA DA ESTAÇÃO SERRA GERAL DO TOCANTINS
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| Cleiton Maia |
O prefeito do Tocantins é acusado pelo Ministério Público Federal de manter uma pista de pouso nas proximidades de uma estação ecológica, sem possuir a devida licença ambiental.
Segundo o MPF, o prefeito de Ponte Alta do Tocantins Cleyton Maia Barros (DEM), também mantém uma jazida de cascalho abandonada nas proximidades da Estação Serra Geral do Tocantins, a segunda maior unidade de conservação do cerrado brasileiro.
O órgão entrou com a ação com base em relatório de agentes do Instituto Chico Mendes, do governo federal, que descobriram a existência da obra em 2009.
Na época, Barros foi notificado a apresentar as licenças ambientais das duas obras. Ele não se manifestou.
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| foto do mesmo modelo do prefeito |
Técnicos do instituto constataram erosão em processo acelerado na área devido à retirada da cobertura vegetal. Segundo a analista ambiental Lilian Lindoso, a área desmatada corresponde a 1,5 hectare (15 mil m2).
O MPF pede, na ação, que o prefeito apresente um projeto de recuperação da área atingida em até 90 dias.
O órgão também solicita multa diária em caso de uso da pista, além do pagamento de uma indenização de R$ 40 mil pelo tempo de uso.
A aplicação das medidas ainda deve ser avaliada pelo juiz responsável pelo caso.
O PREFEITO
Cleyton Maia afirma que não tem licença ambiental para a pista de pouso, mas diz que o problema é comum no Estado. "Sobrevoe dez pistas. Oito são homologadas."
Ele diz que a pista fica dentro de sua chácara, comprada há seis anos, e que a construiu na mesma época para uso de sua aeronave, um bimotor do modelo Sêneca.
Afirma ainda que a pista têm sido usada mais pelo poder público do que por ele. A PM e o próprio Ibama, diz, já usaram o local. O órgão nega.
A defesa fala que a jazida de cascalho existe há mais de 25 anos e também foi usada por órgãos públicos.
Fonte: Jornalfloripa
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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
MPE AJUÍZA AÇÃO CIVIL PÚBLICA POR DANO AMBIENTAL CONTRA DONO DE FAZENDA EM AUGUSTINÓPOLIS
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| Imagem Ilustrativa |
O Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou Ação Civil Pública contra Claudio Miguel da Silva, proprietário da Fazenda Bacuri/Chácara Serra, em Augustinópolis, pelo desmatamento de uma área de 10 hectares de vegetação nativa (cerrado), sem qualquer estudo prévio e sem licença do órgão ambiental competente.
Uma equipe do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – foi até o local para averiguar a área de desmatamento, tendo notificado e multado o proprietário em R$ 3 mil. Mesmo com o pagamento da multa, o Ibama considera que ainda há danos ambientais que precisam ser sanados, no entanto, o proprietário da fazenda não manifestou qualquer interesse em repará-los.
Nesse sentido, o MPE propôs Ação Civil Pública, na última sexta-feira, 21, a fim de obrigar o responsável a recuperar o dano causado. O promotor de justiça Celsimar Custódio, autor da ação, entende que a área da floresta foi amplamente destruída, sem nenhum limite ou restrição, configurando um grande prejuízo à fauna e à flora da região.
Conforme requerido na ação, Claudio deverá iniciar o reflorestamento da área prejudicada e acompanhar o desenvolvimento das mudas até atingirem a etapa adulta, preservando as espécies nativas do cerrado, além de responder por dano moral coletivo ao meio ambiente, cuja indenização, em valor correspondente ao dano, deverá ser revertida ao Fundo Estadual dos Direitos Difusos.
Caso não cumpra a obrigação, o proprietário ficará sujeito ao pagamento de multa no valor de R$ 1.000,00 por dia de atraso.
Fonte: Assessoria de Comunicação do MPE
terça-feira, 30 de novembro de 2010
PF E IBAMA REALIZAM OPERAÇÃO CONTRA CRIMES AMBIENTAIS NO TOCANTINS
Com o objetivo de combater crimes ambientais no Tocantins, a Polícia Federal (PF), em parceria com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), realiza hoje a operação Cantiga. Pelo menos 40 policiais federais e 11 servidores do Ibama estão envolvidos na ação, que cumpre dez mandados de busca e apreensão e dez mandados de condução coercitiva em Miracema do Tocantins, Paraíso do Tocantins e Palmas.
Segundo a PF, as investigações começaram em abril do ano passado, após ofício encaminhado pela Superintendência do Ibama no Estado, no qual contém informações a respeito da possibilidade de falsificações de anilhas oficiais para serem usadas na identificação individual de aves nativas. O esquema estaria sendo utilizado por uma quadrilha que comercializava aves usando as anilhas para maquiar a origem delas e forjando sua legalidade.
O nome da operação, Cantiga, se refere ao canto das aves aprisionadas, como do curo e azulão, geralmente capturadas e vendidas pelo seu canto. Os envolvidos são investigados e podem responder por práticas de crimes contra o meio ambiente, uso e falsificação de anilhas oficiais, formação de quadrilha e outros crimes, e podem pegar até dez anos de prisão. As aves recuperadas serão encaminhadas ao Centro de Triagem de Animais Silvestres - Cetas, do Ibama, em Goiânia (GO).
Fonte: G1
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EM XAMBIOÁ WILMAR LEITE É SUSPEITO DE INTEGRAR GRUPO DE EXTERMÍNIO
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| Wilma Leite |
A Polícia Civil cumpriu, na manhã de ontem, um mandado de busca e apreensão na Fazenda Eldorado, próximo a Xambioá. Segundo a Delegacia de Especialização em Investigação Criminal (Deic) de Araguaína. Wilmar Leite, titular da propriedade e esposo da prefeita de Xambioá, Ione Leite (PP), é acusado de participar de um grupo de extermínio.
Wilmar Leite, que está foragido da Justiça, também é acusado de participar do assassinato de Isabel Pereira Barbosa no ano passado, em um caso que envolve uma briga familiar pela disputa da Prefeitura de Xambioá.
Segundo o delegado da Deic, Evaldo de Oliveira Gomes, a polícia buscou ossadas de corpos que estariam enterrados na propriedade. Hoje, as buscas prosseguem. O mandado foi expedido pelo juiz substituto, Alan Ribeiro da Silva, após uma denúncia anônima. Segundo a denúncia, Wilmar Leite seria responsável pela morte de seis trabalhadores rurais na sua fazenda entre 1980 até 2000.
Segundo o advogado do foragido, Paulo Roberto da Silva, esse mandado é ilegal e retrata abuso de autoridade, pois as investigações iniciaram sem nenhum conhecimento da família do suposto acusado. Além disso, disse que essa denúncia já prescreveu. “Vamos tomar todas as medidas judiciais possíveis, essa denúncia é plantada”, afirmou o advogado.
Fonte: Lara Tavares/JT
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