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A ação foi desencadeada após denúncias de que parentes de detentos estavam sendo contatados para a realização de transferências bancárias indevidas, usando indevidamente a imagem e o nome do grupo de visitas da unidade.
A atuação rápida da equipe policial penal identificou o número de telefone usado nas mensagens e localizou as suspeitas. Em abordagem à residência de uma das envolvidas, ela não negou as acusações e apontou a participação de outra mulher.
Foi apurado que o PIX utilizado para receber as transferências estava em nome de uma das suspeitas. Diante das evidências, uma das investigadas foi conduzida à Delegacia para prestar esclarecimentos. As autoridades informaram que não houve êxito na obtenção de valores pelas investigadas e que o caso segue sob investigação.