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quarta-feira, 4 de abril de 2012

UHE Estreito Está Com Mais de 50% das Turbinas Gerando Energia Para o Brasil


 (Clique e Saiba Mais)


quinta-feira, 24 de março de 2011

CESTE E INMED BRASIL REALIZAM CAPACITAÇÃO DO PROGRAMA “CRIANÇAS SAUDÁVEIS, FUTURO SAUDÁVEL”

Durante dois dias, os coordenadores do “Crianças Saudáveis, Futuro Saudável” participaram de mais uma capacitação para o programa. Desta vez, para implantação de acompanhamento de hortas nas escolas públicas, cujos legumes e verduras irão reforçar a merenda escolar. Fruto de parceria entre o Consórcio Estreito Energia (Ceste), Fundação Suez, Instituto Alcoa e a Organização Não Governamental Inmed Brasil, o plano busca melhorar a qualidade de vida das crianças, contribuindo com o combate e prevenção a verminoses e anemia.
Realizado nos 12 municípios da área de abrangência da Usina Hidrelétrica Estreito (UHE Estreito) – Carolina e Estreito (MA) e Aguiarnópolis, Babaçulândia, Barra do Ouro, Darcinópolis, Filadélfia, Goiatins, Itapiratins, Palmeirante, Palmeiras do Tocantins e Tupiratins (TO) – o projeto atende 14 mil 238 crianças, de 197 escolas públicas municipais. Cada um desses meninos e meninas, periodicamente, recebe vermífugos e sulfato ferroso, para combater o baixo peso, anemia e verminoses. Tudo sendo devidamente autorizado pelos pais e orientado por profissionais de saúde.

Iniciado em março de 2009, o “Crianças Saudáveis, Futuro Saudável” tem promovido palestras, encontros de capacitação, rodas de conversa sobre educação sanitária, higiene e prevenção, por exemplo. Fora isso, os coordenadores do programa têm dado prosseguimento à implantação de hortas em escolas públicas para reforçar a merenda escolar. Em 2010, cada município conquistou um espaço dentro das escolas, para plantio e cultivo de legumes e verduras, que ganhou a simpatia da comunidade.
Passado mais de um ano da ação, os resultados já são visíveis, segundo Edson Lima, coordenador do programa “Crianças Saudáveis, Futuro Saudável” em Babaçulândia (TO). “Já houve melhora no desempenho escolar deles e também podemos comemorar o envolvimento dos alunos no plantio e manutenção da horta na Escola Municipal Poeta José Gomes Sobrinho”, comenta. Ele acrescenta que ainda neste semestre uma segunda horta será implantada no município, na Escola Municipal São Francisco.
           Em Estreito (MA), a coordenadora do projeto, Maria Emília, comenta que os resultados também são satisfatórios. “Nas conversas com os professores das crianças que integram o projeto, eles afirmam que houve uma melhora no rendimento deles em sala de aula e uma visível mudança, pra melhor, os aspecto deles”, diz. No município maranhense uma horta já funciona na Escola Virgílio Franco e outra será instalada na zona rural do município.
A coordenadora pedagógica da Inmed Brasil, Marília de Oliveira Campos, responsável pelo “Crianças Saudáveis, Futuro Saudável” no Maranhão e Tocantins explica que a fase atual do projeto dá prosseguimento à implantação das hortas. Além disso, prevê a capacitação das merendeiras das escolas e das mães das crianças atendidas pelo projeto.
O diretor de Saúde, Segurança e Meio Ambiente do Ceste, Dimas Maintinguer, afirma que é política do Consórcio Estreito Energia desenvolver e implantar ações para o desenvolvimento sustentável de toda a área de influência direta da Usina Hidrelétrica Estreito, como este programa. Segundo ele, sem a parceria da administração pública municipal – que disponibilizou funcionários para coordenar o projeto nos municípios - e das famílias dos alunos atendidos, o projeto não alcançaria resultados tão positivos.
“Os resultados já apontados pelo ‘Crianças Saudáveis, Futuro Saudável’ – melhoria da saúde e alimentação e no rendimento escolar – traduzem a importância desse compromisso voluntário assumido pelo Ceste com os municípios alcançados pelas obras da UHE Estreito. O Consórcio sente-se satisfeito em poder contribuir com essa melhora na qualidade de vida dessas crianças assistidas pelo projeto”, finaliza.
Fonte: Francília Cutrim Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna Clara Comunicação- ESTE/UHE Estreito

segunda-feira, 21 de março de 2011

MOVIMENTOS DOS ATINGIDOS POR BARRAGENS DENUNCIA VIOLAÇÃO DE DIREITOS HUMANOS NA BARRAGEM DE ESTREITO

O Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB) formalizou, na tarde deste sábado(19), uma denúncia na Secretaria dos Direitos Humanos de que, com o fechamento das comportas da Usina Hidrelétrica de Estreito, entre Tocantins e Maranhão, para a formação do lago da barragem, famílias que, segundo o Consórcio Ceste, não seriam atingidas agora encontram-se desamparadas, com a água entrando em suas residências.
A situação dos moradores é desesperadora e eles afirmam que o Consórcio responsável, formado pelas empresas transnacionais Vale, Alcoa, Camargo Corrêa e Tractebel Suez, erraram nas medições e áreas que não estavam previstas para serem alagadas, agora já estão submersas ou ficarão nos próximos dias. As empresas Camargo Corrêa e Suez são as mesmas que em Rondônia deixam os operários da usina hidrelétrica de Jirau em condições desumanas de trabalho e de vida. Desde a última terça-feira os operários de Jirau estão mobilizados.
“Durante todas as audiências públicas realizadas no município de Barra do Ouro, em Tocantins, o consórcio sempre deixou claro que os povoados a beira rio não seriam atingidos. No entanto, no início do ano, uma equipe do consórcio alojou-se na cidade e iniciou o levantamento de todo o povoado, sem sequer discutir conosco o porquê de tal medição de última hora”, afirmam os atingidos.
A situação agravou-se depois da conclusão dos levantamentos, quando os representantes do consórcio começaram a ameaçar as famílias para que assinassem os acordos de desocupação. Inúmeros proprietários não foram procurados sob a alegação de que suas propriedades não sofreram os impactos da usina e hoje já estão isolados, sem colégio, água, igreja e vizinhança.
Eles deram o prazo de 24 horas para nós sairmos e, se não saíssemos, seríamos multados em até R$ 27 mil e retirados por força policial – declarou uma moradora.
Ela conta que há cerca de 20 dias sua comunidade foi desocupada a força e as casas foram destruídas. Com um caminhão, a empresa transportou os pertences dos moradores, contrariando a vontade dos mesmos, que tiveram que deixar os animais, as fruteiras e muitas outras coisas pessoais. Segundo o relato, no dia da desocupação chovia muito e molhou toda a mudança das famílias, que agora vivem em kitnets, na casa de parentes e/ou em casas alugadas.
O MAB espera que a Secretaria de Direitos Humanos tome medidas urgentes para impedir que mais um desastre social aconteça em construção de barragens, agravando a situação de violação dos direitos humanos, explícita em todos os locais onde se constroem barragens e exposta no Relatório da Comissão Especial “Atingidos por Barragens”, do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.
Fonte: Correiodobrasil

sexta-feira, 4 de março de 2011

FORMAÇÃO DO RESERVATÓRIO DA UHE ESTREITO NA RETA FINAL

Iniciada em primeiro de dezembro de 2010, a formação do reservatório da Usina Hidrelétrica Estreito entra na fase final. Todo o trabalho foi planejado e coordenado pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste), que também atendeu às orientações do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
Localizado no Rio Tocantins, entre os Estados do Maranhão e do Tocantins, o lago da Usina terá 555 Km2 de espelho d’água e teve seu regime hidrológico (comportamento das vazões durante um período - que inclui as fases de cheia e vazante) devidamente acompanhado por especialistas. Vale destacar que o enchimento só iniciou após a emissão da licença de operação pelo Ibama, em 24 de novembro de 2010.
O Gerente de Engenharia do CESTE, Nelson Milano Muniz, relata que diariamente o volume de água do reservatório é acompanhado por meio dos limnígrafos (réguas de medição) instalados em sete pontos de sua área.. Esses limnígrafos trazem as medidas das cotas alcançadas com a subida do nível da água no reservatório.
RESERVATÓRIO
Indispensável para garantir o volume de água necessário para fazer funcionar as turbinas e gerar energia, o reservatório terá seu enchimento concluído ao alcançar a cota 156 (medida referenciada pelo nível do mar e registrada em metros). Na Usina de Estreito, ele é do tipo fio d’água, onde não existe oscilação significativa no nível da água.
“Cada turbina necessita ter uma vazão de 800 metros cúbicos por segundo. Esse volume passa por duas estruturas, a tomada d’água e a casa de força, até chegar à turbina, e depois volta para o rio”, diz o Gerente Geral do Canteiro de Obras, Adalberto Rodrigues.
É importante destacar que nas hidrelétricas a fio d’água o volume de água que chega ao reservatório é o mesmo que sai após a geração de energia. Como já dito, na Usina de Estreito a lâmina d’água ficará na cota 156, o que favorece o uso múltiplo do lago, como para atividades de esporte e lazer, e, especialmente, para as praias permanentes que poderão funcionar o ano inteiro.
FISCALIZAÇÃO
A formação do reservatório da UHE Estreito, tem sido acompanhada por órgãos fiscalizadores do Governo Federal – Ibama, Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e Ana (Agência Nacional das Águas) - por meio de relatórios emitidos pelo CESTE e de visitas ao canteiro de obras da Usina.
Fora esses três órgãos fiscalizadores, a UHE Estreito também vem sendo acompanhada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico - ONS, que vai ditar o regime de operação da Usina. Adalberto Rodrigues relata que mesmo nessa fase de construção, os movimentos de abertura e fechamento das comportas do vertedouro são relatados ao ONS.
SEGURANÇA
O Gerente Geral do Canteiro de Obras explica que existe uma faixa de 500 metros no entorno da Usina - tanto a montante, como a jusante - onde é proibida a circulação de pessoas, em embarcações ou não. Essa área já começou a ser sinalizada de acordo com as especificações da Marinha do Brasil.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

COMBOIO GIGANTE TRANSPORTANDO TRANSFORMADOR DE 191 TONELADAS ESTÁ NAS RODOVIAS DO TOCANTINS A CAMINHO DA UHE ESTREITO

O comboio conduzindo um transformador de 191 ton. e o conjunto composto de três Cavalos Tratores e duas pranchas somando 402 ton. deixou nesta manhã de terça-feira, 22, a cidade de Paraíso do Tocantins rumo a Hidrelétrica do Estreito, Divisa de Tocantins com o Maranhão.
A carreta que foi carregada em 14 de Agosto do ano passado em Judiaí-SP e deixou aquele Estado em Outubro, ficou 28 dias parada entre Brasília e Goiânia em virtude da BR-060 ter cortada em decorrência das chuvas, anda a uma velocidade de até 10 km por hora e deverá chegar ao seu destino no final desta semana ou no começo da outra.
A passagem do comboio pela BR-153 que corta Paraíso do Tocantins levou muitas pessoas paras às margens da rodovia para verem o comboio com mais de 80 metros de comprimento.
A Polícia Rodoviária de Paraíso do Tocantins escoltará o comboio até a cidade de Rio dos Bois e de lá o mesmo será acompanhado pela jurisdição de Guaraí que levará até Colinas do Tocantins.
Fonte: Ademir Rêgo/JT

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

TOMADA D’ÁGUA DA UHE ESTREITO É CONCLUÍDA E MONTAGEM DAS TURBINAS SEGUE EM RITMO AVANÇADO

Responsável pela captação da água para fazer girar a turbina e gerar energia, a Tomada d’Água da Usina Hidrelétrica Estreito (UHE Estreito) foi concluída e tem parte dela já ocupada pelas águas do reservatório. Formada por paredes de concreto, a estrutura acomoda os jogos de stop logs (comportas de manutenção) das oito unidades geradoras de energia no empreendimento do Consórcio Estreito Energia (Ceste).
Localizada na margem direita da obra (Estreito-MA), a Tomada d’Água é dividida em 24 vãos (três para cada unidade geradora) e além dos stop logs, também abriga as grades de proteção das turbinas, que possuem malha de 10cmx10cm. Essas grades impedem a entrada de detritos na máquina, que tem capacidade de produzir, cada uma, 135,87MW.  A Tomada d’ Água possui 358,50 metros de comprimento e 40 metros de altura.
“A função principal dessa enorme estrutura é manter o abastecimento de água para operação da turbina e a sua geração de energia”, explica o Gerente Geral do Canteiro de Obras do Ceste, Adalberto Rodrigues. Ele acrescenta que antes da Tomada d’Água ser ocupada pelas águas do Rio Tocantins, foram feitos os testes de vedação das comportas stop logs. Só depois de concluídos, a ensecadeira (estrutura provisória de terra utilizada para conter a água) que protegia a construção foi retirada.
            UNIDADES GERADORAS
Outra importante estrutura que tem suas obras em ritmo avançado é a Casa de Força, onde ficarão localizadas as unidades geradoras. Na Usina de Estreito, as oito turbinas são do tipo Kaplan (instaladas na posição vertical) e juntas terão potência instalada de 1.087 MW.
Depois de passar pelo teste denominado Run-Out (teste de giro a seco da turbina), a Unidade Geradora 01 começou a ser fechada. Adalberto Rodrigues esclarece que o procedimento é necessário para que seja possível ver se está tudo certo com a montagem mecânica, alinhamento e a verticalidade da máquina, por exemplo. “Os resultados foram os esperados”, completa o Gerente acrescentando ainda que a primeira unidade geradora, inicialmente passará por uma etapa de operação assistida e, somente após essa etapa, é que ela entrará definitivamente em operação comercial.
Vale ressaltar que após fazer a turbina girar, a água será devolvida para o leito normal do rio Tocantins. A energia produzida nos geradores será direcionada para a subestação localizada dentro do canteiro de obras da usina, que será transmitida por cerca de 140 km de linhas de transmissão até a subestação de Imperatriz. De lá, a energia produzida na Usina de Estreito será distribuída aos consumidores por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).
A montagem das outras unidades geradoras de energia da UHE Estreito também está em andamento. O Consórcio Estreito Energia - hoje formado por GDF Suez/ Tractebel Energia (40,07%), Vale (30%), Alcoa (25,49%) e Camargo Corrêa (4,44%) - prevê que ainda neste trimestre o SIN comece a ser abastecido com a energia gerada entre os estados do Maranhão e Tocantins.
Tomada d’Água
Tipo – gravidade
Comprimento358,50 metros
Altura40 metros
Quantidade – 8 unidades

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

UHE ESTREITO ENTRA NA RETA FINAL COM O INÍCIO DA FORMAÇÃO DO RESERVATÓRIO

Foto Aérea UHE Estreito

Com a emissão da licença de operação da Usina Hidrelétrica Estreito pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA, no último dia 24 de novembro de 2010, o Consórcio Estreito Energia – Ceste iniciou, no dia 1º de dezembro, o enchimento de seu reservatório, localizado no Rio Tocantins, na divisa dos Estados do Maranhão e Tocantins. O início da formação do reservatório representa o mais importante marco para o empreendimento começar a operar a primeira de suas oito turbinas que, juntas, terão potência instalada de 1.087 MW, o suficiente para atender à demanda de uma cidade com quatro milhões de habitantes.
 O processo do enchimento do reservatório da UHE Estreito foi realizado com o fechamento escalonado das comportas do vertedouro, estrutura destinada para escoar a água das cheias do Rio Tocantins e que está localizada no lado tocantinense do canteiro de obras da usina.
 Cumprindo os compromissos assumidos no âmbito do licenciamento ambiental do empreendimento, o Ceste desenvolveu a limpeza de áreas para dar início ao enchimento do reservatório, concluiu o remanejamento da população, bem como recompôs a infraestrutura, como estradas, pontes, redes de energia, entre outras, que estavam localizadas em áreas a serem diretamente interferidas pelo futuro lago ou pela área de seu entorno, que será destinada para preservação permanente.
 Com 555 quilômetros quadrados de área, incluindo a calha natural do rio, e 260 quilômetros de extensão, o reservatório da Usina de Estreito abrangerá 11 municípios, sendo dois no Estado do Maranhão e nove no Tocantins. São eles: Carolina e Estreito (MA), Babaçulândia, Barra do Outro, Darcinópolis, Filadélfia, Goiatins, Itapiratins, Palmeirante, Palmeiras do Tocantins e Tupiratins (TO). O Município de Aguiarnópolis não será interferido pelo reservatório, uma vez que a área no município compreende apenas parte do canteiro de obras da usina. A previsão é que o enchimento do reservatório leve aproximadamente três meses para completar seu nível máximo, alcançando a cota de 156 metros acima do nível do mar, o que dependerá do período de chuvas e das vazões afluentes.
 Para informar e orientar às comunidades da área de abrangência da UHE Estreito sobre a formação do reservatório, o Ceste vem desenvolvendo, desde o mês de setembro, uma campanha de esclarecimento sobre o estágio da obra, a previsão de enchimento do reservatório e os cuidados a serem tomados durante o período de enchimento. Equipes de mobilização social realizam visitas aos moradores da região comunicando sobre essa nova etapa da Usina. Os Prefeitos, presidentes das câmaras de vereadores e membros dos Comitês de Co-gestão da UHE Estreito foram os primeiros a serem informados pessoalmente sobre o planejamento desse novo marco que é o enchimento do lago. A campanha de comunicação sobre o processo de formação do reservatório da Usina de Estreito envolve ainda divulgação na mídia impressa e eletrônica, como veiculações nas emissoras locais de rádio e TV.
 Ações de segurança e saúde - para que todo o processo do enchimento do reservatório seja realizado com sucesso, o Ceste adotou uma série de medidas na área de segurança e saúde. Placas de sinalização foram instaladas para informar a população sobre a interrupção de acessos devido à formação do lago. Também foi mapeada a disponibilidade de soro antiofídico em unidades de saúde da região para atender eventuais acidentes com animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões, que poderão se deslocar durante a fase do enchimento.
Equipes de biólogos, veterinários e técnicos especializados atuam no resgate da fauna, que pode migrar em busca de abrigo ou ainda permanecer na área do reservatório. Cartazes e panfletos estão sendo distribuídos nos municípios com orientações para que a comunidade não mate, não alimente ou mesmo não tente capturar esses animais. A recomendação do Consórcio é que, ao avistar algum animal silvestre, o morador deve imediatamente ligar para o telefone gratuito 0800-280.91.91, que acionará uma equipe responsável para fazer o resgate desses animais.
Todo o processo de enchimento do reservatório será constantemente monitorado. Equipes de fiscalização percorrerão o entorno do reservatório para evitar eventuais riscos durante o procedimento. Também para garantir a segurança durante o processo de formação do lago, o Ceste conta com o apoio de órgãos públicos.
A pesca nesta fase do enchimento será conforme a legislação. E como a piracema começou em novembro e vai até fevereiro, justamente dentro do período previsto para o enchimento do lago, a pesca, neste período, em função da piracema, não será permitida, conforme a legislação ambiental.
A previsão é que a entrada em operação comercial da primeira turbina seja realizada no 1º trimestre de 2011 dependendo, porém, do período de chuvas e das vazões afluentes.
 Histórico da UHE Estreito - um dos maiores empreendimentos de geração de energia elétrica em construção no país e um dos projetos prioritários do Programa de Aceleração do Crescimento – o PAC do Governo Federal, a Usina de Estreito teve suas obras civis iniciadas em 2007, logo após a emissão da licença de instalação pelo IBAMA, em dezembro de 2006. Em sua fase de implantação, a Usina de Estreito movimentou a economia local gerando mais de 10 mil empregos diretos e 25 mil indiretos, sendo a maioria formada pela mão de obra da região, além de aproveitar as empresas e serviços dos Estados do Maranhão e Tocantins.
Um dos principais desafios conquistados pelo empreendimento foi o desvio do Rio Tocantins, pela estrutura do vertedouro, realizado em setembro de 2009. O procedimento possibilitou o início da construção da barragem da UHE Estreito, que foi concluída no começo deste mês de outubro.
Fonte: Francília Cutrim/Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna Clara Comunicação-CESTE/UHE Estreito 

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

MONTAGEM DA PRIMEIRA UNIDADE GERADORA DA USINA DE ESTREITO É FINALIZADA

Descida do Rotor

A descida do rotor do gerador da Unidade Geradora 01 (turbina) da Usina Hidrelétrica Estreito indica que o início da geração de energia pelo empreendimento do Consórcio Estreito Energia – Ceste, está próximo. A peça é a responsável por criar o campo magnético e induzir a energia captada pela força do eixo da turbina, que será movimentada pelas águas do Rio Tocantins, e encerra a montagem do maior equipamento em dimensão e peso da primeira unidade geradora como um todo.
Rotor já encaixado
Apesar de ter o mesmo princípio de funcionamento de qualquer gerador elétrico utilizado para alimentar fazendas, por exemplo, o rotor do gerador da Usina de Estreito tem medidas impressionantes: 550 toneladas de peso, 13,70 metros de diâmetro, 2,20 de altura e velocidade de rotação de 69,3 RPM. Para o seu deslocamento e encaixe na turbina, foi necessária a utilização das duas pontes rolantes da Hidrelétrica de Estreito. Vale destacar ainda que a tecnologia empregada no rotor do gerador é toda nacional – com as peças produzidas pela Alston Power (Taubaté-SP), tendo sido armado na área de montagem da UHE Estreito.
Engenheiros que acompanharam
O gerente geral de obras do Ceste, Adalberto Rodrigues, comenta que com a descida do rotor do gerador dá-se por encerrada a montagem do gerador da primeira unidade geradora. “Isso viabiliza o início das atividades para o fechamento da máquina, que compreende a montagem dos periféricos e da tampa da turbina. Tão logo a máquina esteja fechada, poderemos iniciar os testes a seco e com o enchimento do reservatório, os testes com água. Dessa forma, podemos prever que estaremos gerando energia a partir do inicio do ano que vem”, assegurou o Gerente.
Unidade Geradora 02 – A segunda turbina da Usina de Estreito já está em sua segunda fase de montagem. Na primeira quinzena de dezembro, foi realizada a descida do rotor da turbina tipo Kaplan. Conhecida como “Árvore Kaplan”, a peça representa a parte móvel ou rotativa da turbina e vai realizar a movimentação do rotor do gerador, para então gerar energia.
Ao todo, a Usina Hidrelétrica Estreito terá oito turbinas do tipo Kaplan, com 135MW de potência cada. Quando estiver em total funcionamento, o empreendimento terá uma capacidade instalada de 1.087 MW de energia, o suficiente para abastecer uma cidade de quatro milhões de habitantes.
Francília Cutrim-Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna Clara Comunicação-CESTE/UHE Estreito

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

CESTE E ACIONISTAS COMEMORAM AVANÇO DAS OBRAS DA USINA DE ESTREITO EM VISITA DE LULA

José Renato, Roseana Sarney, Lula, 
Maurício Bähr, Franklin Feder no centro e Almir Rezende

Ao acionar o fechamento da primeira comporta do vertedouro em visita à Usina Hidrelétrica Estreito, o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, deu início a uma nova fase na construção do empreendimento: a formação do reservatório da usina. Para a diretoria do Consórcio Estreito Energia – CESTE, empreendedor da Usina, e os acionistas das empresas que compõem o Consórcio - GDF Suez/Tractebel Energia, Vale, Alcoa e Camargo Corrêa – a visita do presidente Lula marcou a última etapa antes da entrada em operação da UHE Estreito. “Foi um momento histórico e, com certeza, representa mais um importante capítulo na implantação do empreendimento”, afirma o diretor-presidente do CESTE, José Renato Ponte, que na oportunidade agradeceu o empenho de todos os colaboradores no avanço das obras da hidrelétrica, que está com 90% do seu cronograma físico concluído.
Em discurso aos trabalhadores do canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Estreito, o presidente Lula falou dos benefícios ofertados pelo empreendimento na região. Além da produção de mais energia para o Brasil, Lula ressaltou que a obra, localizada entre os estados do Maranhão e Tocantins, assegura também mais geração de emprego e renda ao país. Na ocasião, ele ainda destacou a maneira como o trabalho de construção da UHE Estreito vem sendo conduzido. “Nós estamos usando a Hidrelétrica de Estreito como um exemplo para as outras do país: que trata corretamente e de maneira respeitosa os seus trabalhadores”, acentuou Lula.
O pronunciamento causou boa impressão aos acionistas do Consórcio Estreito Energia – CESTE.  “A visita de Lula simbolizou também toda a atenção dedicada pelo Governo Federal ao setor elétrico brasileiro”, disse o presidente da GDF Suez no Brasil, Maurício Bähr, ao comentar que 80% da energia produzida no país vem de hidrelétricas e que o Sistema Interligado Nacional permite o máximo de aproveitamento dos recursos naturais, como é o caso do rio Tocantins, onde já funcionam as usinas  de São Salvador e Lajeado.
O presidente da Alcoa América Latina e Caribe, Franklin Lee Feder, revelou que a empresa está muito próxima de atingir 70% de autossuficiência energética no País. O índice começa a ser alcançado em fevereiro de 2011, quando poderá utilizar a energia gerada pela Usina Hidrelétrica Estreito.
“É um marco histórico também para a Alcoa. Estamos felizes por esta conquista e por saber que muito em breve teremos 70% de autossuficiência energética em nossas operações. Todos os esforços que temos feito nesse sentido estão refletidos neste importante resultado”, comemora Feder. Além da Usina de Estreito, a Alcoa é acionista e usuária de energia das hidrelétricas Barra Grande e Machadinho, no Sul do Brasil, e Serra do Facão, entre os estados de Goiás e Minas Gerais, garantindo hoje cerca de 50% de auto-suficiência à Companhia.
 A visita do Presidente Lula ao canteiro de obras também foi acompanhada pelos diretores e conselheiros da Vale, Almir Câmara Rezende, Ricardo Batista Mentes, o gerente de Energia da Vale, Antônio Harley Anselmo, bem  como dos representantes da Camargo Corrêa, o diretor de Investimentos em Infraestrutura, Marcelo Pires Oliveira Dias, e do assessor da Diretoria e conselheiro Cid Alvim Lopes de Resende.
Com investimentos na ordem de R$ 4 bilhões, a UHE Estreito terá potência instalada de 1.087 MW. A primeira das oito unidades geradoras da Usina deve entrar em funcionamento a partir de fevereiro de 2011. Atualmente, cerca de 8 mil homens trabalham na UHE Estreito.
Fonte: Francília Cutrim-Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna Clara Comunicação-CESTE/UHE 

terça-feira, 30 de novembro de 2010

PRESIDENTE LULA FECHA PRIMEIRA COMPORTA DA UHE ESTREITO (MA) E DÁ INÍCIO AO ENCHIMENTO DO RESERVATÓRIO

        Empreendimento entra em fase final de construção e se prepara para gerar energia em fevereiro de 2011.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva visitou hoje (30/11) pela manhã o canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Estreito (1.087 MW), localizada na divisa do Tocantins com o Maranhão. Ele foi convidado pelo Consórcio Estreito Energia (Ceste) a fechar uma das 14 comportas do Vertedouro, dando início ao enchimento do reservatório, última grande etapa do empreendimento antes da entrada em operação da usina, prevista para fevereiro de 2011. Acompanhado do ministro de Minas e Energia, Marcio Zimmermann;  da ministra do Meio Ambiente, Isabela Teixeira; do ministro interino da Pesca e Aquicultura, Cleberson Carneiro Zavaski;  dos governadores do Maranhão, Roseana Sarney e do Tocantins, Carlos Gaguin, e dos senadores Edison Lobão (PMDB) e João Alberto (PMDB), entre outras dezenas de autoridades da região e empresários, o Presidente Lula visitou o Canteiro de Obras da hidrelétrica.
Atualmente, cerca de 8 mil homens trabalham na UHE Estreito. As estruturas do Vertedouro e da Barragem foram concluídas e a Casa de Força, que fica no lado do Maranhão, está com 90% de suas obras civis finalizadas. O Presidente Lula destacou a importância do empreendimento para o país: “Esta hidrelétrica servirá de modelo para como tratar corretamente e respeitosamente os moradores que aqui vivem, os moradores, os pescadores e os que trabalham na agricultura”. Lula ressaltou que Estreito mostrou que empresários e movimentos sociais podem viver em acordo para o benefício de toda a população, se referindo ao Convênio assinado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, CESTE, IBAMA e Colônia de Pescadores para implantação do Projeto do Complexo Integrado de Escoamento, Processamento e Beneficiamento da Produção Pesqueira da Área de Influência da Usina Hidrelétrica Estreito.
O presidente da GDF SUEZ no Brasil, Mauricio Bahr, empresa líder do Ceste, destacou que 80% da energia produzida no país vêm de hidrelétricas e que o Sistema Interligado Nacional permite o máximo aproveitamento dos recursos naturais, como é o caso do Rio Tocantins, que já conta com outras usinas como São Salvador. Para ele, a visita de Lula marca não somente um capítulo na história da UHE Estreito, como simboliza toda a atenção dedicada pelo Governo federal ao setor elétrico brasileiro e ao desenvolvimento nacional e, conseqüentemente, à melhoria de vida da população.
O presidente do Ceste, José Renato Ponte, fez o seguinte comentário sobre a importância da UHE Estreito, uma das principais obras do PAC : “Foram investidos R$ 4 bilhões, geramos renda, empregos, melhor qualidade de vida para a população da região e  mais energia para o país”, afirmou. José Renato ressalvou que o Projeto Básico Ambiental (PAB), composto por 39 programas socioambentais, está sendo cumprido de forma integral, com a aplicação de mais de R$ 600 milhões de investimentos. Os programas abrangem clima, sismo, água, solo, peixes, flora, fauna, arqueologia, saúde, população, uso do solo, fomento de atividades econômicas e educação ambiental.
Para desocupar a área de abrangência da usina, o Ceste movimentou 3.500 processos, avaliando cada caso individualmente. Em todo este processo, o consórcio teve o cuidado de visitar, uma a uma,  as famílias, levando informação e esclarecendo dúvidas. Foram mais de 2.350 visitas individuais e 53 reuniões coletivas com a população local.

COMPLEXO INTEGRADO BENEFICIA PESCA NA REGIÃO
Durante a visita, o ministro interino da Pesca e Aquicultura e o presidente do Ceste assinaram acordo de cooperação no valor de R$ 4,8 milhões para a instalação do Complexo Integrado de Escoamento, Beneficiamento e Comercialização do Pescado. O projeto, inédito no país, está sendo desenvolvido em parceria com as colônias de pescadores da região, o Ibama e o próprio ministério.
ENCHIMENTO DO LAGO
O enchimento do reservatório se dará em três etapas, quando serão alcançadas as cotas de 145, 150m e 156m, respectivamente, até a  altura máxima que o nível do rio irá atingir (156,00 m). Nas três fases, serão realizados monitoramentos  para garantir que todo o processo transcorra com total segurança para a comunidade, o ecossistema da região e o próprio empreendimento. O período para este enchimento  dependerá também do volume de chuvas na região, da  vazão do rio e da vazão defluente das usinas localizadas acima do leito do Rio Tocantins, além de outros requisitos ambientais definidos em conjunto com o Ibama.
O enchimento do lago exigirá do Ceste uma complexa operação, que prevê inúmeras ações voltadas à preservação do meio ambiente e à segurança da população. Entre elas estão: o resgate da fauna e a realocação dos animais para áreas de soltura; o monitoramento da ictiofauna (peixes) em 11 pontos distintos; a avaliação da qualidade da água do reservatório com 21 pontos de amostragem; monitoramento de macrófitas (vegetais que podem ser arrastados para a barragem), como também o monitoramento do lençol freático na região durante o período de enchimento.
Para tais programas, serão mobilizadas mais de 100 pessoas do consórcio e de instituições parceiras como a Universidade Federal do Rio de Janeiro, a Fundação Charles Darwin,  Universidade do Tocantins e empresas de consultoria contratadas pelo CESTE especializadas neste tipo de operação.
Todas estas ações e orientações sobre segurança estão sendo comunicadas à população por meio de uma ampla campanha de informação  nos  12 municípios da área de abrangência do reservatório: Estreito e Carolina, no Maranhão; Aguiarnópolis, Palmeiras do Tocantins, Babaçulândia, Barra do Ouro, Filadélfia, Darcinópolis, Goiatins, Itapiratins, Palmeirante e Tupiratins, no Tocantins. Além de utilizar as emissoras locais de rádio e TV, impressos, sites de notícias e carros de som, o consórcio dispõe de quatro Centros de Informação, em  Carolina e Estreito (MA) e Babaçulândia e Filadélfia (TO) e da linha de telefone gratuita: 0800 280 9191.
PARCERIA COM O PODER PÚBLICO
Com o objetivo de assegurar o desenvolvimento da região sobre todos os aspectos (educação, segurança, saúde, meio ambiente e infraestrutura), o Ceste firmou parcerias com os governos estaduais, municipais, associações e comunidades.
Desde o início do empreendimento, o consórcio reaparelhou hospitais, reformou e ampliou postos de saúde, doou ambulâncias, tratores e viaturas policiais e construiu novas sedes para as polícias civil e militar, escolas, casa de abrigo para idosos e creches. Com as prefeituras da região, o  Ceste foi além e estabeleceu, voluntariamente, Termos de Compromisso Mútuo (TCM). levando benefícios diretos à população.
Instalou sistemas de coleta e tratamento de esgoto, construiu praças, ginásios esportivos, pocilgas e mercados públicos, implantou laboratórios de informática, realizou campanhas de vacinação e de combate e prevenção a doenças. como dengue, doença de Chagas e hepatite A. Desenvolveu  também projetos voltados para a melhoria da qualidade de vida da população, como o “Crianças Saudáveis, Futuro Saudável”, que beneficia 14 mil crianças, o “Usina Social”, que contabilizou mais de 580 mil atendimentos em dois anos,  e o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência, voltado aos alunos da educação básica. 
INFORMAÇÕES GERAIS -  USINA HIDRELÉTRICA ESTREITO
Capacidade instalada: 1.087 MW
Energia assegurada: 641,1 MW médios
Localização: No Rio Tocantins, na divisa dos estados do Maranhão com Tocantins.
Área do reservatório: 400 km2
Geração de emprego: cerca de 11 mil diretos (no momento de pico da obra) e 25 mil indiretos
Investimento: R$ 4  bilhões
Municípios da área de influência : Estreito e Carolina (Maranhão); Aguiarnópolis, Palmeiras do Tocantins, Babaçulândia, Barra do Ouro, Filadélfia, Darcinópolis, Goiatins, Itapiratins, Palmeirante e Tupiratins (Tocantins)
Volume de concreto lançado: 933.740 m³ (Casa de Força, Tomada d´Água e Vertedouro)
Capacidade de vazão do Vertedouro: 62.719 m³/s
Queda nominal : 18,94 m
Unidades Geradoras: Oito turbinas tipo Kaplan;
Acionistas : GDF SUEZ / Tractebel Energia (40,07%), Companhia Vale do Rio Doce (30%), Alcoa (25,49%) e Camargo Corrêa (4,44%).
Fonte: Francília Cutrim-Assessoria de Imprensa e Comunicação Interna Clara Comunicação-CESTE/UHE Estreito