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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Partidos Declararam Apoio a Valmir Morais em Campestre do Maranhão
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Valmi Morais
sábado, 28 de janeiro de 2012
Valdenir Morais, irmão do pré-candidato do PT em Campestre, Desmente Acusações.
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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Operação Conjunta das Polícias Civil, Militar e Rodoviária Prende Oito nas Cidades de Porto Franco, Campestre e Estreito – MA.
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Local:
Maranhão, Brasil
sexta-feira, 25 de março de 2011
EM CAMPESTRE E PORTO FRANCO, COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS APURA MORTE DE TAMIRES
Os deputados integrantes da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembléia Legislativa do Maranhão realizaram reuniões nas cidades de Campestre e Porto Franco. O objetivo é acompanhar de perto as investigações sobre o caso envolvendo a jovem Tamires Pereira Vargas, de 19 anos, encontrada morta em uma cela da delegacia de Porto Franco.
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Nessa quinta-feira, 24, pela manhã, a Comissão formada pelos Deputados Antônio Pereira (DEM), Valéria Macedo (PDT), Eliziane Gama (PPS), Gardênia Castelo (PSDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Dr. Pádua (PP) ouviram policiais civis e militares que estavam de plantão no dia da morte. Além deles, também prestaram esclarecimentos os dois delegados que estão à frente das investigações. Durante a manhã, os parlamentares também fizeram uma visita à delegacia.
Ainda nesta quinta-feira (24), a comitiva realizou audiência pública em Campestre do Maranhão, quando os parlamentares ouviram amigos, familiares e testemunhas que presenciaram a prisão de Tamires.
O CASO
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| Tamires Pereira Vargas |
Tamires Pereira Vargas foi encontrada enforcada dentro de uma das celas da delegacia da cidade de Porto Franco. Segundo o relato dos policiais, ela foi presa no dia 8, Dia Internacional da Mulher, durante uma briga em uma festa de carnaval na cidade de Campestre. Ao ser levada para a delegacia do município vizinho, ela foi colocada no corredor da unidade. Um preso que cumpre regime semi-aberto foi obrigado a se retirar do local. Ao levar consigo a rede, ele deixou as cordas, onde possivelmente Tamires se enforcou.
Mas esta versão é contestada por amigos e familiares da jovem. Durante audiências realizadas pela Comissão em São Luis, vereadores, prefeito de Campestre e a mãe de Tamires mostraram fotos que mostram vários hematomas no corpo da adolescente.
NOVAS DENÚNCIAS
Durante a manhã dessa quinta-feira, amigos e familiares de Keyth Bezerra se reuniram em frente à Câmara de Vereadores de Porto Franco para pedir apoio à Comissão de Deputados.
A jovem de 20 anos foi degolada no dia 26 de fevereiro após romper um relacionamento com um ex-namorado. Segundo o pai de Keyht, Adriano Barros Lima foi preso logo após a morte.
A expectativa da família é de que os deputados ajudem a esclarecer alguns pontos da investigação.
DÚVIDAS
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| Deputado Léo Cunha |
Segundo Léo Cunha, em levantamento superficial feito pela Comissão de Direitos Humanos, os presos contaram que a vítima chegou na cela se arrastando, dizendo "acabaram comigo" e colocava a mão nos órgãos genitais. Já o carcereiro garantiu que Tamires chegou à delegacia bem. Em seguida foi encontrada morta, vítima de enforcamento.
Integram a comitiva, além da presidente da Comissão, Eliziane Gama, os deputados Édson Araújo (PSL), Antônio Pereira (DEM), Carlinhos Amorim (PDT), Gardênia Castelo (PSDB), Valéria Macêdo (PDT) e Léo Cunha (PSC).
Fonte: Agência Assembléia & O Progresso
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Noticiário do Maranhão
quarta-feira, 23 de março de 2011
DEPUTADOS CHEGAM AMANHÃ À REGIÃO TOCANTINA PARA APURAR MORTE DA JOVEM TAMIRES
A Comissão de Direitos Humanos chega amanhã à região tocantina para acompanhar as investigações sobre a morte da jovem Tamires Vargas, que residia no município de Campestre. Além de Campestre, os parlamentares estarão em Porto Franco para fazer levantamento de informações sobre o caso, conversar com delegados e a população.
Farão parte da comitiva, além da presidente da Comissão, os deputados Édson Araújo (PSL), Antônio Pereira (DEM), Carlinhos Amorim (PDT), Gardênia Castelo (PSDB), Valéria Macêdo (PDT) e Léo Cunha (PSC).
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| Tamires Pereira Vargas encontrada morta na delegacia |
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| Mãe de Tamires |
Segundo informações da Polícia Civil, Tamires Pereira Vargas, que residia em Campestre, foi encontrada morta dentro de uma cela da delegacia de Porto Franco e a causa da morte foi enforcamento. Porém, a versão contestada pelos familiares da jovem. “A Tamires não sofria de depressão. Era uma jovem normal, feliz e que adorava a vida. Não consigo conceber esta versão dando conta de que a minha filha se suicidou”, afirmou a mãe de Tamires.
PROGRAMAÇÃO DA VISITA DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA ALEMA
8h30 - Câmara dos Vereadores de Porto Franco – Os parlamentares ouvirão delegados, policias civis e militares, carcereiro e o preso do regime semi-aberto que teria deixado uma corda na cela da delegacia
14h30 – Município de Campestre - Os deputados ouvirão pessoas da comunidade que participaram de manifestação na sexta-feira depois da morte da jovem.
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sexta-feira, 18 de março de 2011
COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DESEMBARCAM NA PRÓXIMA QUINTA-FEIRA (24), EM PORTO FRANCO E CAMPESTRE.
Com o objetivo de apurar as circunstâncias da morte da jovem Tamires Pereira Vargas, 19, os membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Assembleia Legislativa desembarcam, na próxima quinta-feira (24), nos municípios de Porto Franco e Campestre.
A decisão de visitar as duas cidades foi tomada nesta quinta-feira (17), durante audiência pública na qual os deputados (integrantes e não integrantes da referida Comissão) ouviram os depoimentos da dona-de-casa Josefa da Silva Vargas, mãe de Tamires, e de uma amiga da jovem, que preferiu não revelar o nome.
“Iremos visitar as delegacias das duas cidades, conversar com os delegados, policiais e presos e também ouvir a comunidade. Nosso interesse é esclarecer os verdadeiros motivos da morte desta jovem, que foi assassinada no último dia 08, Dia Internacional da Mulher. Além disso, nós, deputados e deputados, queremos chamar a atenção das autoridades para o número de mortes registradas dentro de unidades prisionais. Somente este ano, já foram onze ”, explicou a presidente da Comissão, deputada Eliziane Gama (PPS).
Segundo informações da Polícia Civil, Tamires Pereira Vargas, que residia em Campestre, foi encontrada morta dentro de uma cela da delegacia de Porto Franco.
Ainda segundo a Polícia, a jovem teria recorrido ao suicídio, versão contestada pela mãe e pela amiga de Tamires. “A Tamires não sofria de depressão. Era uma jovem normal, feliz e que adorava a vida. Não consigo conceber esta versão dando conta de que a minha filha se suicidou”, afirmou Josefa da Silva.
A amiga da jovem contou alguns detalhes que antecederam o fato. Disse que encontrou Tamires na noite de terça-feira de Carnaval na cidade de Campestre. Revelou que, até agora, não consegue entender os motivos que levaram quatro policiais militares a prenderem Tamires e colocarem a mesma dentro da viatura. “Aconteceu uma briga e os policiais jogaram spray de pimenta. Eu e ela, é bom frisar, estávamos longe desta confusão. A Tamires ficou com os olhos irritados e, por isso, fomos a um posto de saúde. Depois retornamos para a festa. Num determinado momento percebi que os quatro policiais estavam ao redor dela. Saí rapidamente do local e quando retornei eles [policiais] já tinham prendido minha amiga. Cheguei a falar com ela dentro da viatura. Ela apenas gritava. Os policiais levaram ela para a delegacia de Campestre, onde não foram atendidos pelo delegado que, segundo os próprios policiais, estava dormindo. Foi aí que eles [policiais] a levaram para a delegacia de Porto Franco. Só no outro dia que soube que ela havia morrido. Não consigo acreditar nesta versão de suicídio. Tamires era uma ótima mãe [ela tinha uma filha de dois anos] e adorava a vida”, contou.
Os deputados Marcelo Tavares (PSB), Bira do Pindaré (PT – vice-presidente da Comissão), Eduardo Braide (PMN), Váleria Macedo (PDT), Vianey Bringel (PMDB), Carlinhos Amorim (PDT), Léo Cunha (PSC), Edson Araújo (PSL) e Antônio Pereira (DEM) também foram unânimes ao defender uma apuração mais severa acerca dos fatos que envolveram a morte de Tamires.
“As versões dadas pela mãe e amiga da Tamires só reforçam a tese de que esta Casa precisa investigar este caso. Apurar as responsabilidade e trabalhar para que os culpados, caso existam, sejam punidos”, avaliou Bira do Pindaré.
Marcelo Tavares voltou a defender a instalação de uma CPI do Sistema Carcerário. “A Comissão Parlamentar de Inquérito terá prerrogativa de investigar não apenas o caso Tamires, mas também todas as outras mortes ocorridas em unidades do sistema prisional. É preciso que esta Casa dê uma resposta a todas estas famílias”, disse.
Fonte: Glaucio Ericeira/Agência Assembléia
terça-feira, 15 de março de 2011
NOTICIÁRIO DO MARANHÃO EM 15 DE MARÇO DE 2011
DEPUTADO ESTADUAL LÉO CUNHA PEDE AFASTAMENTO DE POLICIAIS EM CAMPESTRE – MA
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| Deputado Estadual Léo Cunha (PSC-MA) |
Léo Cunha contou que em sinal de protesto a população da cidade foi às ruas, na última sexta-feira (11), e quando se dirigiu a porta da delegacia foi “humilhada” pelos policiais que cometeram vários desmandos e abusos de autoridade para com os manifestantes. “Soube que idosos foram humilhados por esses policiais, que não respeitaram a população que estava ali protestando”, denunciou.
O deputado enfatizou que a revolta da população deu-se principalmente ao fato dos “mesmos policiais que estiveram envolvidos na prisão de Tamires estarem de volta ao trabalho já na sexta feira e pediu ao presidente Arnaldo Melo (PMDB) que a Casa encaminhe ao secretário estadual de Segurança Pública, Aluízio Mendes, o pedido de afastamento imediato dos policiais envolvidos na prisão dessa jovem, “para que sejam investigados fora do cargo que ocupam", cobrou.
Após o discurso de Léo Cunha, o presidente da Assembleia Legislativa imediatamente assegurou que o Parlamento Estadual encaminhará seu pedido ao secretário de segurança.
ENTENDA O CASO
A jovem Tamires Pereira Vargas foi presa quando festejava o carnaval, em 8 de março, dia Internacional da Mulher, às margens da BR-010, em Campestre do Maranhão.
Na ocasião, houve uma briga próximo a Tamires e numa tentativa de conter os ânimos, a polícia teria utilizado spray de pimenta, atingindo a jovem. Ao reclamar com os policiais, ela foi presa e levada à delegacia do município, por volta das 23h.
Na madrugada, de quarta feira (9) a família de Tamires recebeu a notícia de que ela havia se enforcado com uma corda dentro de cela que estava presa. A jovem foi enterrada na tarde de quinta-feira (10).
MANIFESTAÇÃO
Na tarde da última sexta-feira (11), foi realizada uma manifestação como protesto pela morte da jovem Tamires Pereira Vargas, que foi encontrada morta na delegacia de Porto Franco, fato ocorrido na madrugada de Quarta-Feira de Cinzas. Entretanto, quando tudo parecia que a manifestação seria pacífica, como queriam os principais líderes do movimento, alguns jovens resolveram se confrontar com a Polícia Militar.
Os jovens teriam arremessado pedras nas viaturas do Destacamento da Polícia Militar em Campestre, deixando duas danificadas com os vidros quebrados.
Com a reação dos policiais, o tumulto aumentou e foi solicitado reforço da Polícia Militar em Imperatriz e Estreito. Os policiais atacaram os manifestantes com bombas de efeito moral e oito pessoas foram presas e conduzidas para a delegacia de Porto Franco. Na delegacia, elas foram autuadas em flagrante delito por crime de depredação do patrimônio público por terem danificado as viaturas.
O delegado Francisco de Assis Ramos informou que o delegado Eduardo Galvão está cuidando do caso e realizando investigações para que tudo que aconteceu seja elucidado e os culpados sejam punidos.
O corpo de Tamires Pereira Vargas foi encontrado pendurado em uma corda no corredor da Delegacia de Porto Franco, onde ela se encontrava presa sob acusação de desacato. Segundo familiares, o corpo apresentava vários hematomas. A mãe de Tamires denunciou que ela levou um soco no rosto. Não explicou, entretanto, se teria sido no momento da prisão.
POLÍCIA CIVIL PRENDE ACUSADO DE SE PASSAR POR FUNCIONÁRIO DA SEFAZ
Policiais civis do Plantão Central da 10ª Delegacia Regional de Imperatriz prenderam nessa sexta-feira (11), por volta de 21 horas, Políbio Silva Almeida, 26 anos, acusado de se passar por funcionário da Secretaria da Fazenda (SEFAZ) na região tocantina.
Políbio Silva Almeida se dizia supervisor da Sefaz e estaria contratando pessoas para trabalhar na Receita Estadual, principalmente universitários.
Os policiais que trabalharam no Plantão Central da última sexta-feira receberam denúncia de que um elemento, passando-se por funcionário público estadual, já havia recebido uma quantia em dinheiro, em valores que chegam a R$ 150,00 por pessoa. Na conversa com as pessoas, Políbio dizia que o salário seria entre R$ 1.200,00 e R$ 1.800,00.
Mediante a denúncia das pessoas que foram lesadas pelo acusado, os policiais armaram um flagrante. As pessoas enganadas informaram aos policiais que o acusado se encontrava em frente à Faculdade Santa Terezinha (FEST) e já tinha enganado pelo menos outras duas pessoas. Os policiais foram para o local e prenderam Políbio Silva Almeida em flagrante delito.
Ele foi conduzido ao Plantão Central da 10ª Delegacia Regional, onde foi autuado em flagrante delito nos termos do artigo 171, caput, do Código Penal Brasileiro, cuja pena é de 1 a 5 anos de reclusão. Políbio se encontra em uma das celas da Delegacia Regional, à disposição da Justiça.
Fontes: Ascom / Gab. do Dep. Léo Cunha e O Progresso
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