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quinta-feira, 1 de março de 2012

Companheiro do Professor Cleides Terá Direito a Pensão

O companheiro do professor Cleides Antonio Amorim morto no ultimo dia 05 de Janeiro no ano passado com uma facada em um bar em Tocantinópolis, Helem Lopes de Souza, ganhou parecer favorável do procurador federal que atende a UFT, Marcelo Benetele Ferreira, para o recebimento de pensão.
(Clique e Saiba Mais) 



sexta-feira, 4 de março de 2011

REPERCUSSÕES DA MORTE DE ANDRESSA

           Para quem não assistiu á reportagem exibida na Band no programa do Datena sobre o assassinato da jovem Andressa Doná, poderá ver no vídeo enviado pelo tocantinopolino Vanderlan Gomes da TV Girassol de Araguaína que nos cedeu com exclusividade para que não fique impune o crime que abalou Tocantinópolis.

quarta-feira, 2 de março de 2011

TERCEIRO HOMICÍDIO DO ANO EM TOCANTINÓPOLIS

Foto de Andressa
Foi encontrada morta nesta quarta-feira (2), Andressa Gomes Doná, 29 anos de idade, casada, funcionária do IBGE. O Corpo foi achado dentro do mato por volta das 08:00 horas da manhã a uns 4 metros de distância de uma rua que fica atrás do Estádio de Futebol Lauro Assunção no centro de Tocantinópolis.
Andressa tinha o costume de fazer caminhada depois das cinco horas da manhã naquele trajeto todos os dias, e como demorou para voltar o seu esposo começou a procurá-la conseguindo encontrar o corpo no horário acima informado.
Erisvaldo Lima Silva assassino confeso 
Segundo as primeiras informações a vítima foi morta por esganadura, e provavelmente o autor do crime teria intenções de estuprá-la.
Com a notícia da morte, no local onde foi encontrado o corpo juntou bastantes pessoas querendo saber mais informações, muitos eram amigos da vítima e a comoção tomou conta de todos os presentes.

Logo em seguida a polícia começou o trabalho de busca a informações sobre algum suspeito, e menos de uma hora depois a polícia civil conseguiu prender o principal suspeito de haver cometido o crime. Trata-se de um vendedor ambulante de nome Erisvaldo Lima Silva, de 35 anos, natural da cidade de Imperatriz – MA. Erisvaldo estava hospedado no dormitório do Senhor Francarlos a cerca de dois meses. Segundo informações dos proprietários ele parecia ser uma pessoa normal mostrava as fotos de uma filha que ele dizia ter de apenas um ano de idade através de um notebook. Aos proprietários do dormitório ele informou se chamar “Antonio”.
Clique aqui e veja um pouco da ficha de Erisvaldo na Justiça do Maranhão.
A PRISÃO
O rosto do acusado arranhado

Uma testemunha que passava no local viu uma bicicleta de cor branca largada na beira do mato, e depois viu o suspeito de ter cometido o crime saindo do local com a mesma bicicleta. Ao saber do acontecido a testemunha comunicou a polícia militar que imediatamente iniciou as buscas para tentar prendê-lo. Em seguida o proprietário da pousada procurou os policiais e informou que um rapaz “Antonio” que estava hospedado em sua pousada havia chegado pela manhã cedinho aparentando nervoso e com uma arranhura no rosto, o suspeito pediu para encerrar a conta, o que intrigou o proprietário mais ainda, o inquilino pediu para chamar um carro de frete para levar os seus pertences, e colocou tudo em uma caminhonete e foi embora. Os policiais civis James Resplandes, Eurivaldo Marinho o "C10" juntamente com Delegado Regional Thiago Daniel de Moraes conseguiram prender o suspeito já se preparando para atravessar o Rio Tocantins esperando a balsa, e com ele foi encontrado uma aliança pertencente à vítima, bem como o relógio. Após ser preso ele deu o nome de Francisco e chegou a confessar o crime quando encontraram em seus pertences alguns objetos pertencentes a vítima como o relógio e a aliança. Ainda segundo os policiais que efetuaram a prisão o mesmo está se passando por doido, e já foi transferido para a cadeia publica de Ananás, onde foi autuado em flagrante delito e provavelmente também será transferido de lá para Araguaína.
REVOLTA DA POPULAÇÃO
Pessoas tentando invadir a delegacia
Muitas pessoas revoltadas resolveram ir para a porta da Delegacia de Polícia de Tocantinópolis para tentar fazer justiça com as próprias mãos, o que levou o comando da Polícia Militar a aumentar a guarnição no local. De inicio tentaram tirar o suspeito de dentro do prédio pela porta da frente, porém a revolta era tanto que mudaram os planos e o retiraram por trás usando acesso através do IML.
Como os populares revoltosos não acreditaram na história foi preciso organizar uma comissão entre os que estavam protestando para verificar os cômodos da delegacia para provarem que o suspeito não se encontrava mais no prédio. Muitos acreditaram, outros não, pelo fato de que não deixaram averiguar nas celas, mas, ao que tudo indica realmente o acusado realmente já estaria sendo levado para outro local.
Populares na porta da Delegacia
IML
O corpo da mulher foi encaminhado para o IML local, e alguns próprios policiais civis nos contaram que provavelmente o corpo iria demorar para ser liberado, já que  o médico legista é da cidade de Imperatriz-MA., que fica a 100 km de distância da cidade, e também lembraram que no ultimo assassinato o médico chegou somente a tardinha, “muitos corpos chegam aqui e quando saem já estão com mau cheiro” contou um deles.
Abaixo temos o vídeo da população revoltada na porta da delegacia:

domingo, 20 de fevereiro de 2011

POLÍCIA AGE RÁPIDO E PRENDE PRINCIPAL ACUSADO DE MATAR NÊGUINHO DA BEIRA RIO

Iraziel Gomes Sobral matou por vingança
 Parece que nessa briga entre polícia e bandido os policiais de Tocantinópolis estão vencendo de 10 a 0 dos bandidos. Quase todos os crimes sejam eles de roubos ou de outra espécie que acontecem aqui estão sendo resolvidos em muito pouco tempo. Claro que ninguém agrada a todo mundo, mas, pelo menos temos que dar créditos a quem merece, e nossa polícia de hoje, mesmo sem muitos homens vem fazendo seu trabalho de forma brilhante, “Dê a César o que é de César”.   
No caso do crime de ontem, desde o primeiro momento em que foi descoberto o corpo de José Diomar, o “Nêguinho da Beira Rio”, figura bastante conhecida em Tocantinópolis, que as policias Civil e Militar iniciaram as investigações em busca dos autores do crime.
            Pouco tempo depois por volta das 17h40min os Policiais Militares apresentaram o principal suspeito de ter cometido o crime bárbaro que assustou a cidade neste fatídico sábado (19).
            Trata-se de Iraziel Gomes Sobral, de 28 anos, natural de Axixá do Tocantins, morador da Rua da Palha Vila dos Pescadores s/n° em Tocantinópolis, figura já bastante conhecida dos policiais por ter várias passagens à delegacia por pequenos delitos. Dessa vez Iraziel deve ter tentado elevar-se ao mais alto grau de periculosidade cometendo este crime de latrocínio, ele só não contava que seria preso logo em seguida.
            Desde o começo das investigações que o nome dele entrou na lista de suspeitos já que Nêguinho havia feito uma semana antes do crime um boletim de ocorrências contra o próprio Iraziel por roubo. O acusado nos contou na delegacia que cometeu o crime por vingança pessoal.
Iraziel foto perfil direito
            Em conversa informal com nossa “equipe de um homem só" do Tocnoticias, Iraziel disse não ter roubado a vítima, e sim somente matado, “roubaram depois que viram ele morto, “eu não faço latrô não" se referindo ao crime de latrocínio (roubo seguido de morte). Perguntei ao meliante se ele tinha alguma “rixa” (raiva) de Nêguinho, ele, para surpresa me falou que tinha um “caso” com a vítima. Novamente indaguei, “você tinha um caso com ele, você arrochava o Nêguinho?" Iraziel respondeu, não moço isso não é coisa de se contar assim não, quero é só me livrar do latrô, homicídio é homicídio qualquer um da conta de puxar, mas latrô é cadeia demais doido, eu não roubei ele não, só matei mesmo”. Perguntei porque ele fez aquilo, e o acusado novamente disse: “todo roubo lá na beira jogam em mim, antes eu havia puxado três meses ai eu saí, e ele me acusou de outro 155 sem eu ter feito, e nenhum dos dois não foi eu que fiz não, agora esse daí... Eu não corri não moço, eu fiquei em casa, a minha família todinha tava mandando eu correr, mandando eu sair fora eu não fui não, fugir pra quê?” Disse Iraziel.
Iraziel foto perfil esquerdo
Perguntei novamente: “Mas, você fez o crime sozinho?” ele disse: “O homicídio. Fiquei com medo na hora que eu soube do roubo”, e aquela pancada na cabeça dele foi com o quê? iraziel contou: “com um tijolo”. Em seguida o acusado começou a desconversar o que tinha dito antes, falou que não havia feito o crime, “ê doido eu gostava do Nêguim doido, eu fui acusado de dois 155 mais nenhum dos dois não foi eu que fiz não doido, quando me pegaram com um short dele da outra vez, eu tinha comprado de um andarilho, eu não tinha nem plano de fazer isso com o Nêguim nem plano, se eu quisesse matar ele eu também já tinha matado seu Adelman, já tinha matado seu Su-pretim, já tinha matado seu Graciliano, já tive meio mundo de acusação de roubo ai, já tinha matado uns outros malucos ai”  finalizou Iraziel.
            Do lado de fora de delegacia encontramos com três parentes do acusado, dois irmãos e uma prima que nos disseram que Iraziel é usuário de todo tipo de drogas, e estavam lá para prestar depoimento.
        Antes do fechamento desta matéria, tentamos entrar em contato com o Delegado Regional Tiago Daniel de Moraes para saber se com a prisão de Iraziel o caso estava solucionado, mas, o telefone do delegado parecia estar fora de área.      
            ENTENDA O CASO
José Diomar o “Nêguinho da Beira Rio” foi encontrado morto neste ultimo sábado (19) caído nos fundos de sua residência, com 16 perfurações pelo corpo: sendo dez no tórax, três no braço esquerdo, uma na mão esquerda, uma na virilha, uma na cabeça e outra na perna esquerda, o veículo da vítima teria sido violado e os autores teriam levado dois módulos e a frente do som, a vítima ainda foi encontrada sem o short e a cueca descida até no meio das coxas.
Após ser informado de que Iraziel pudesse ser o autor da morte de Jose Diomar, encontrado morto, todo o policiamento de serviço foi empenhado em diligência, e que por volta das 17h30min Iraziel foi localizado em sua residência, o mesmo aparentava estar sob efeito de substância entorpecente e não reagiu a prisão, disse apenas que já estava esperando a presença da polícia, ao chegar na delegacia disse que assumiria tudo, mas não disse o quê, o suspeito foi apresentado ao delegado para as demais providências.
Fonte: Polícia Civil e 5ª CIPM

sábado, 19 de fevereiro de 2011

NÊGUINHO DA BEIRA RIO É ENCONTRADO MORTO EM SUA PRÓPRIA RESIDÊNCIA

Posição em que foi encontrado o corpo de Nêguinho
        Foi encontrado agora pela manhã na Avenida Nossa Senhora dos Navegantes ao lado da Peixaria do Belo, o corpo de José Diomar mais conhecido como “Neguinho da Beira Rio” em sua própria residência numa casinha que fica nos fundos da mesma. Como era de costume todos os dias pela manhã Neguinho sempre acordava cedo e ia até a barraca que possuía no cais da Beira Rio. Como hoje ele demorou para aparecer, um moto-taxista conhecido como Fábio que era muito amigo dele estranhou o fato e foi até sua casa ver o que tinha acontecido. 
Porta do carro aberta e 
a casinha onde o corpo estava
       Chegando lá encontrou o veículo Fiat Uno de José Diomar com uma das portas abertas. Intrigado observou que haviam roubado algumas partes do som do automóvel. Então Fábio bateu na porta da casa, porém sem obter resposta, Fábio voltou até o ponto de motos e comentou com os outros moto-taxistas o ocorrido, os outros resolveram ir até a casa dele para verificar se havia acontecido alguma coisa mais grave.
            Chegando até o local observaram que a porta dos fundos por onde Nêguinho entrava e saiu estava trancada pelo cadeado do lado de fora e foram até a casinha do lado onde encontraram o corpo dele caído ao chão somente de camisa e cueca sendo que a cueca estava baixada pelo lado detrás. 
Neguinho
       Aparentemente ele foi morto por um pedaço de concreto que estava ao lado do corpo ainda sujo de sangue e a hipótese mais provável é de latrocínio (roubo seguido de morte). A polícia Militar foi acionada e imediatamente isolou o local para preservar a cena do crime, e facilitar o trabalho dos peritos, pois o fato atraiu uma multidão de curiosos que esperavam informações e também tentavam ver o corpo.  
            Este já é o segundo caso de violência terminado em morte em Tocantinópolis, o primeiro foi o do jovem Leandro Borges Cabral que morreu depois de levar uma pedrada em 29 de Janeiro deste ano.