A Polícia Civil confirmou que requereu junto à Justiça o indiciamento de nove pessoas por suspeitas de envolvimento com quadrilha de roubo e interceptação de veículos roubados. Entre os indiciados está o vereador e ex-prefeito interino de Augustinópolis, Francisco Martins de Almeida, conhecido como Mazim. Entretanto o vereador não foi localizado e já é considerado foragido pela justiça.
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Em Augustinópolis Polícia Confirma Envolvimento do Vereador Mazim com Roubo e Receptação de Motos
A Polícia Civil confirmou que requereu junto à Justiça o indiciamento de nove pessoas por suspeitas de envolvimento com quadrilha de roubo e interceptação de veículos roubados. Entre os indiciados está o vereador e ex-prefeito interino de Augustinópolis, Francisco Martins de Almeida, conhecido como Mazim. Entretanto o vereador não foi localizado e já é considerado foragido pela justiça.
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Tocantins, Brasil
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
DEFENSORIA APONTA IRREGULARIDADES NA CADEIA PÚBLICA DE AUGUSTINÓPOLIS
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| Um dos problemas é a superlotação |
Um relatório elaborado pelos defensores públicos que participaram da I Força Estadual de Assistência ao Preso, coordenado pelo Núcleo de Assistência de Defesa ao Preso da Defensoria Pública (NADEP), constatou irregularidades na Cadeira Pública de Augustinópolis. Segundo o documento, o primeiro ponto critico é a superlotação. De acordo com as informações da Administração da Cadeia Pública há 87 presos sendo que a capacidade máxima do estabelecimento é de 60 presos.
Também teria sido constatadas algumas ilegalidades, a exemplo da prisão de um adolescente há um mês e dez dias numa cela com 20 presos, entre os quais muitos eram condenados. “Imediatamente fizemos o requerimento ao diretor do estabelecimento prisional que assegurasse a separação do adolescente daquele estabelecimento”, disse a coordenadora do NADEP, a defensora pública Franciana Di Fátima.
Entre as reclamações feitas pela população carcerária, o que chamou a atenção dos defensores públicos foi o grande número de queixas referentes aos direitos fundamentais, em especial pratica de agressão física sobejamente quando solicitam atendimento médico. “Segundo os presos o atendimento médico é precário e somente acontece fora da unidade prisional, após dias de sofrimento”, relatou Franciana Di Fátima. Os presos ainda pleitearam o exercício do direito de visita aberta, com fins de assegurar o maior enlace afetivo entre os visitantes. Além disso, dentro do procedimento individual, a Força Estadual de Assistência ao Preso analisou 20 processos de revisão.
Fonte: Assessoria da Defensoria Pública do TO.
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