Segundo a polícia o falso padre já havia trabalhado na Diocese de Castanhal no Estado do Pará e havia abandonado o emprego há três anos, durante o depoimento o acusado informou que estava em São Luiz no Maranhão há sete meses celebrando missas batizados e casamentos em várias igrejas. Na casa dele foram encontradas várias batinas e hóstias.