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| Peritos examinando o corpo de José Uelinton |
Marabá nunca teve tão violenta como neste inicio de semana. No primeiro crime com características de vingança ou de acerto de contas resultou na morte do montador caldeireiro José Uelinton Alves Almeida, conhecido como “pé de Gancho”, de 37 anos, executado com cinco tiros na noite de domingo (20). O crime ocorreu na Rua Guido Mutran, Bairro Quilômetro Sete, e atraiu dezenas de curiosos no local.
A mãe da vítima, Maria Rita Alves dos Santos, contou que o filho havia saído de casa para comprar refrigerante num bar próximo. Perto do estabelecimento, um dos pistoleiros atirou no montador, pelas costas, atingindo o pescoço.
Segundo a mãe de Uelinton contou, quando ele caiu no chão, o elemento que andava na garupa da moto vermelha desceu e disparou mais quatro tiros contra o “Pé de Gancho” três na boca e um na cabeça. A vítima morreu na hora.
PREGRESSA
Segundo o delegado Victor Leal da divisão de homicídios, “Pé de Gancho” tinha passagem pela policia. Ele, aliás, estava sendo acusado de cometer homicídio e também respondia por furto.
MORTOS A FACADAS
Também no Domingo (20) Francisco Felipe de Souza, 23 anos, foi assassinado friamente por volta das 22h00min, ao tentar reatar romance com a ex-mulher, identificada como Alessandra. Ele se encontrava em um bar na Rua 10 de junho, no Bairro aparecida, onde também estava a sua ex, bebendo na companhia de amigos, entre eles um homem identificado como Francieudo.
De repente, Francisco se dirigiu até a mesa em que estava Alessandra para conversar com ela acerca de uma possível reconciliação. Momento em que Francieudo levantou-se e passou a discutir com o ex-marido da mulher, trocando socos e pontapés com este.
Em seguida, segundo testemunhas que preferiram não se identificarem, Francieudo, armado de faca, teria dito “Sei o que tu queres. Toma essa, seu covarde” e, em seguida aplicou um golpe certeiro no umbigo de Francisco, que morreu minutos depois. Ainda armado com a faca, o homem ainda partiu pra cima de outros dois amigos da vitima, que correram para não morrerem também.
OUTRA MORTE
Apenas meia hora depois desse primeiro homicídio, em outro local da cidade, agora na margem da Rodovia PA-150, sentido Jacundá-Marabá, em outro bar, Alex Costa da Silva, 26 anos, matou com uma facada no peito, Ismael Ferreira da Cruz, 31 anos, após discussão por causa de um litro de cachaça.
Ismael bebia com Alex quando começaram uma discussão banal por causa da bebida, quando Alex jurou de morte o colega e saiu do bar. Minutos depois ele voltou armado de faca e aplicou uma golpe fatal no peito de Ismael, que ainda foi levado ao hospital Municipal, mas, já chegou sem vida.
Em seguida, Alex foi preso por uma guarnição da Polícia Militar e foi levado para Depol onde sem encontra preso à disposição da Justiça. Ele responderá pelo crime de homicídio, com base no Artigo 121 do Código Penal Brasileiro e, se condenado pode pegar de seis a 20 anos de cadeia.
CRIME PASSIONAL NO BAIRRO LIBERDADE
Huani Souza Costa, 29 anos, foi morto vítima de facadas no Bairro Liberdade. Segundo informações ele estaria se envolvendo uma mulher casada e foi assassinado pelo companheiro dela. A placa da motocicleta que o assassino andava no momento do crime foi anotada por uma testemunha e está sendo averiguado pela polícia.
“Isso é para você não mexer com a mulher dos outros”. Essa teria sido a ultima frase ouvida pelo tapeceiro Huani Souza, antes de morrer com seis facadas por volta das 07h40min, do Domingo (20), na Avenida Antônio Vilhena, Bairro Liberdade.
A arma utilizada no crime ficou jogada no outro lado da rua onde o corpo de Hani foi encontrado.
Jones Souza Costa, irmão da vitima afirmou não saber os motivos pelo qual o irmão foi assassinado. Ele contou ainda que Huani estava indo para uma igreja evangélica quando foi abordado pelo assassino, o qual desferiu, traiçoeiramente, três facadas nas costas do tapeceiro.
Mesmo ferido Huani ainda tentou se defender, quando foi ferido com mais uma facada num dos braços e ao cair recebeu mais três no abdômen, morrendo instantaneamente. O Delegado Victor Leal esteve no local do crime levantando as primeiras informações, e informou que trabalha com a hipótese de crime passional. “Nós fizemos o levantamento da ficha de Huani e constatamos que o mesmo tinha ficha limpa, era evangélico, não bebia, não se drogava, era um cidadão ordeiro. Não temos suspeitos, a nossa única linha de investigação é de crime passional”, informou Victor.
O corpo de Huani foi enterrado na segunda-feira (21), ele era divorciado e deixou três filhos.
ESPANCADO, MORTO E JOGADO NO RIO TOCANTINS
Foi encontrado na tarde da segunda-feira (21) próximo ao flutuante, o corpo do Denílson da Silva, 42 anos, morador da Quadra Folha 33, núcleo Nova Marabá. A vítima estava desaparecida a três dias. A irmã de Denílson contou que ele era casado e que sua esposa encontra-se operada.
Pelos levantamentos preliminares feitos no corpo, no IML, a vítima teria sido morta a pauladas e, em seguida, desovada no Rio Tocantins.
OUTRAS MORTES VIOLENTAS
01 – Ainda no Domingo (20), Ronilson Alves Moreira, 31 anos, foi assassinado a tiros na Vila Santa Fé, zona rural de Marabá.
02 – Adriano Pereira da Silva, 20 anos, foi vitima de acidente de trânsito em Nova Ipixuna e morreu no Hospital Regional de Marabá.
Fonte: correiodotocantins






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